Tormented Feelings
A menina dos sentimentos atormentados, apaixonada por musica, ciumenta, indecisa, que não acredita mais em tudo que falam, me ama ? Prova. Me odeia? Foda-se. Sou assim romântica, esqueço das coisas rápido, divertida, não fica quieta pra ninguém, faço as coisas sem pensar, e isso já me prejudicou muito. Sempre aprendo com os meus erros, sou muito confusa, difícil de entender, nem tente,você não vai conseguir , afinal, nem eu consigo.

theme por: cerejadosundae detalhes originais e inspirações de: diariodabarbie, inspirado nos themes da E-n-s-e-j-o-s. Não copie ou eu te mato, nem remova esta tag.

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Eu sei que eu te amo, te amo verdade, te amo como nunca amei ninguém. Preciso de você como nunca precisei de ninguém e é exatamente disso que tenho medo, é isso que me assusta.
Cada dia que passa, sinto como se você fizesse parte de mim, da minha vida e não consigo me imaginar sem você. Ai todas minhas inseguranças e traumas começam a querer me atormentar. Eu tento ignorar tudo, tento mesmo, mas velhas cicatrizes são difíceis de serem esquecidas, te fazem lembrar o tempo todo do porque delas existirem. Por isso sou desconfiada, cuidadosa e por muito tempo me mantive afastada das pessoas, longe de sentimentos e principalmente, longe de amor. Criei uma barreira entre o restante do mundo e meu coração, sempre que alguém se aproximava demais, eu me afastava. Sempre fui sensível, qualquer coisa me magoava e desse jeito foi mais fácil de me manter estável, inteira. Foi a melhor forma que encontrei para não gostar demais e me decepcionar. Foi tudo para me proteger. E estava dando certo até você aparecer. Foi tudo rápido demais e quando me dei conta, eu já sentia algo por você e não conseguiria me afastar. Eu me arrisquei e continuo me arriscando. Coloquei tudo de lado, todas essas minhas inseguranças doidas, traumas e enfim, tudo pra ter você, mesmo que pela metade. Só que eu não sei até quando eu consigo viver assim. É como se eu andasse constantemente numa corda bamba.
Eu acredito fielmente em você, e sempre acreditei. Mesmo que certas coisas pareciam e ainda parecem erradas. Isso tudo tem me tirado o sono, e eu não sei o que fazer pra resolver isso. Não sei se continuo vivendo o agora, junto de você, sem pensar em mais nada, sem pensar no amanhã, ou se tento acabar com tudo isso antes que seja tarde. Mas o problema é justamente esse: já é tarde. Eu já te amo tanto, mas tanto, que eu não sou capaz de te perder, não importa o porquê. Eu não consigo te deixar, e só de pensar nisso, sinto uma parte de mim morrer. E mais uma vez eu fico apavorada. Se eu não consigo te deixar, continuar seguindo com essas minhas inseguranças, sem ter certeza de nada, me enlouquece. E se for verdade? Eu não tenho certeza. Mas se alguma delas, qualquer uma for verdadeira, o que vai ser de mim? Quem vai me segurar quando perder meu chão? Eu vou perder meu chão, vou perder tudo que me faz bem, vou perder você e vou morrer por dentro. E eu sei que não sou forte o suficiente pra suportar isso. Ou me quebro agora, ou me arrisco a continuar? Esse continuar pode não ter nada de errado, pode ser tudo coisa minha, tudo paranoia, mas também pode ser algo e eu sei que vai ser ainda pior. Você entende o dilema que me encontro? Eu não consigo viver de incertezas, não sem perder minha sanidade, não sem enlouquecer e deixar todo mundo meio louco e cansado de mim. E você já deve estar mais do que cansado de tudo isso, mais do que cansado de ficar ouvindo toda vez essa mesma ladainha, não é mesmo? Mas hoje vamos resolver nossa história. Não estou terminando, não estou colocando um ponto final, muito pelo contrario. Por mais que isso machuque, nos vamos nos resolver hoje. Você sabe o que precisa fazer. Quero que você prove que não há nada de errado, nem mentiras. Ou é isso, ou eu estou indo embora. Não porque estou desistindo, mas porque se eu não tenho o valor suficiente pra você ficar e lutar contra meus medos e inseguranças, quer dizer que não sou tão importante assim como você diz, nem que você me ama tanto. Não duvido que me ame, ou que se importe, só talvez não seja tanto assim. E é exatamente por isso que irei embora. Mas só caso você não faça o que eu estou te pedindo. Não sou capaz de ficar amando e lutando por nos, quando parece que estou fazendo isso sozinha.
Eu sei que não vou deixar de te amar, não vou te esquecer, mas precisarei aprender a conviver sem você, mesmo que meus dias pareçam sombrios e vazios sem sua presença. Não vai ser fácil, eu sei que não vai. E dessa vez eu não vou voltar atrás. Vou morrer por dentro, vou sofrer, vou fazer o que for preciso pra tentar sobreviver, mas vou me afastar de você.
Agora a decisão é sua. Só depende de você. Eu não vou voltar atrás, caso a sua decisão seja não fazer o que estou te pedindo. Estou rezando, por mais que não acredite muito nisso, estou rezando pra que você faça, para que você não desista por tão pouco. Mas caso você desista, eu também desisto. Não vou lutar mais sozinha, não vou implorar; Eu vou partir pra tentar sair inteira. Na verdade, sei que não vou sair inteira, mas eu preciso ir enquanto ainda posso reconstruir meu coração. Eu te amo. Amo muito mesmo. Eu espero que meu amor seja o suficiente para te fazer ficar.


27/05/2012 às 9:32pm · 311 notes · reblogue

[…] Com o tempo aprendi a ficar feliz mesmo sem querer, ficar feliz mesmo a dor sendo dolorosa. Me acostumei com a dor…a dor da ilusão, da mentira que os outros me contavam e eu como uma boba acreditava, mais hoje, não sou mais assim. Nada poderia me curar, nada poderia curar aquela dor imensa que eu sentia, era um vazio e nada, nada mesmo poderia preecher esse grande vazio. Eu chorava mesmo sabendo que as lágrimas que eu derramaria não iria curar a minha dor. Eu acordava e coloca aquele sorriso falso no rosto, eu não queria, mais eu era obrigada. Eu não queria que ninguém percebesse o tamanho da minha dor. Queria escondê-la de todos que estavam ao meu redor. Atualmente, insensível, fria, congelada por dentro. Ninguém sabe porquê isso tudo, mais eu era forçada a fazer tudo isso e sou ainda. Era forçada a fingir que estava feliz, que estava bem, mais eu não estava. Eu sempre estava sozinha, todos me deixavam sozinha.  Os problemas aumentavam cada vez mais na minha vida, muitas dificuldades eu tinha que enfrentar sozinha. Se não fosse as dificuldades, se não fosse os problemas, se não fosse as críticas, se não fosse os julgamentos tudo seria diferente, tudo se tornaria melhor. (apenas-uma-poeta-desconhecida)

[…] Com o tempo aprendi a ficar feliz mesmo sem querer, ficar feliz mesmo a dor sendo dolorosa. Me acostumei com a dor…a dor da ilusão, da mentira que os outros me contavam e eu como uma boba acreditava, mais hoje, não sou mais assim. Nada poderia me curar, nada poderia curar aquela dor imensa que eu sentia, era um vazio e nada, nada mesmo poderia preecher esse grande vazio. Eu chorava mesmo sabendo que as lágrimas que eu derramaria não iria curar a minha dor. Eu acordava e coloca aquele sorriso falso no rosto, eu não queria, mais eu era obrigada. Eu não queria que ninguém percebesse o tamanho da minha dor. Queria escondê-la de todos que estavam ao meu redor. Atualmente, insensível, fria, congelada por dentro. Ninguém sabe porquê isso tudo, mais eu era forçada a fazer tudo isso e sou ainda. Era forçada a fingir que estava feliz, que estava bem, mais eu não estava. Eu sempre estava sozinha, todos me deixavam sozinha.  Os problemas aumentavam cada vez mais na minha vida, muitas dificuldades eu tinha que enfrentar sozinha. Se não fosse as dificuldades, se não fosse os problemas, se não fosse as críticas, se não fosse os julgamentos tudo seria diferente, tudo se tornaria melhor. (apenas-uma-poeta-desconhecida)

(via pare-e-pense)


27/05/2012 às 9:32pm · 15 notes · reblogue

Estou cansado de ser vilipendiado, incompreendido e descartado. Quem diz que me entende nunca quis saber. Aquele menino foi internado numa clínica, dizem que por falta de atenção dos amigos, das lembranças, dos sonhos que se configuram tristes e inertes como uma ampulheta imóvel, não se mexe, não se move, não trabalha. E Clarisse está trancada no banheiro, e faz marcas no seu corpo com seu pequeno canivete, deitada no canto, seus tornozelos sangram, e a dor é menor do que parece. Quando ela se corta ela se esquece que é impossível ter da vida calma e força, viver em dor, o que ninguém entende, tentar ser forte a todo e cada amanhecer.
Uma de suas amigas já se foi, quando mais uma ocorrência policial. Ninguém entende, não me olhe assim, com este semblante de bom-samaritano cumprindo o seu dever, como se eu fosse doente, como se toda essa dor fosse diferente, ou inexistente. Nada existe pra mim, não tente, você não sabe e não entende. E quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeito, Clarisse sabe que a loucura está presente, e sente a essência estranha do que é a morte, mas esse vazio ela conhece muito bem. De quando em quando é um novo tratamento, mas o mundo continua sempre o mesmo. O medo de voltar pra casa à noite, os homens que se esfregam nojentos no caminho de ida e volta da escola. A falta de esperança e o tormento de saber que nada é justo e pouco é certo, e que estamos destruindo o futuro, e que a maldade anda sempre aqui por perto. A violência e a injustiça que existe contra todas as meninas e mulheres, um mundo onde a verdade é o avesso e a alegria já não tem mais endereço. Clarisse está trancada no seu quarto com seus discos e seus livros, seu cansaço. Eu sou um pássaro, me trancam na gaiola e esperam que eu cante como antes. Eu sou um pássaro, me trancam na gaiola, mas um dia eu consigo existir e vou voar pelo caminho mais bonito. Clarisse só tem 14 anos…

Renato Russo  (via aluguefelicidade)

(via aluguefelicidade)


27/05/2012 às 9:31pm · 782 notes · reblogue


26/05/2012 às 8:20pm · 1,886 notes · reblogue

Carta de uma louca suicida, encontrada amassada ao lado da banheira. 14 de maio de 1994, Nova York.
Escrevo no papel, nesta carta, palavras que talvez possam parecer sem sentido pra você, mas para mim é uma forma de expressar pela ultima vez meus sentimentos frustrados. Sou fraca, por recorrer ao papel, mas sinto que as pessoas são também fracas e inúteis demais para me ajudarem, ou sequer para perceberem o que se passa à minha volta. Mas na verdade elas nunca tentaram saber o motivo dos meus choros repentinos, somente me julgaram como louca. A louca que se isola de todos, que chora calada e sem motivos. Sem motivos? O meu mundo está de pernas para o ar e ainda me dizem que é sem motivos? Vocês são verdadeiramente um bando de idiotas. Sinto nojo das pessoas… Como podem elas cometer tão grandes erros, e não conseguir perceber o que cometeram? Sinto-me perdida em meio a tanta gente falsa e hipócrita. Estou rodeada de pessoas e ao mesmo tempo, tão só. Lembro-me perfeitamente das tardes gélidas de domingo, quando tudo parecia frio principalmente meus sentimentos, e é claro mais uma vez ninguém se importou com os melodramas da louca. As palavras machucam, acredite, e depois de tanto sofrer eu mudei e talvez a mudança tenha me trazido a loucura, ou melhor, a realidade que não conhecia. Passei a ver o mundo com os olhos da realidade, percebi que ninguém é feliz são somente mascaras que escondem o sofrimento. Mas que saber, eu cansei. Não aguento tudo isto, sinto que esta vida não foi feita para mim, e que estarei melhor noutro local qualquer. Pai e mãe me desculpem, mas será melhor assim acreditem. Já estou morta faz tempo – mas ninguém percebeu, somente irei acabar com a história logo de uma vez. Quando lerem isso, acredito que já estarei morta, finalmente estarão livres deste encosto. Chega, já perdi tempo demais neste mundo, cansei das pessoas, cansei dessa vida. E por ultimo quero deixar um aviso: ‘cuidado!’, vocês poderão seguir o caminho desta louca que vos escreve, afinal, o suicídio começa por dentro. Adeus - Kah (Carrossel-Florido)

Carta de uma louca suicida, encontrada amassada ao lado da banheira. 14 de maio de 1994, Nova York.


Escrevo no papel, nesta carta, palavras que talvez possam parecer sem sentido pra você, mas para mim é uma forma de expressar pela ultima vez meus sentimentos frustrados. Sou fraca, por recorrer ao papel, mas sinto que as pessoas são também fracas e inúteis demais para me ajudarem, ou sequer para perceberem o que se passa à minha volta. Mas na verdade elas nunca tentaram saber o motivo dos meus choros repentinos, somente me julgaram como louca. A louca que se isola de todos, que chora calada e sem motivos. Sem motivos? O meu mundo está de pernas para o ar e ainda me dizem que é sem motivos? Vocês são verdadeiramente um bando de idiotas. Sinto nojo das pessoas… Como podem elas cometer tão grandes erros, e não conseguir perceber o que cometeram? Sinto-me perdida em meio a tanta gente falsa e hipócrita. Estou rodeada de pessoas e ao mesmo tempo, tão só. Lembro-me perfeitamente das tardes gélidas de domingo, quando tudo parecia frio principalmente meus sentimentos, e é claro mais uma vez ninguém se importou com os melodramas da louca. As palavras machucam, acredite, e depois de tanto sofrer eu mudei e talvez a mudança tenha me trazido a loucura, ou melhor, a realidade que não conhecia. Passei a ver o mundo com os olhos da realidade, percebi que ninguém é feliz são somente mascaras que escondem o sofrimento. Mas que saber, eu cansei. Não aguento tudo isto, sinto que esta vida não foi feita para mim, e que estarei melhor noutro local qualquer. Pai e mãe me desculpem, mas será melhor assim acreditem. Já estou morta faz tempo – mas ninguém percebeu, somente irei acabar com a história logo de uma vez. Quando lerem isso, acredito que já estarei morta, finalmente estarão livres deste encosto. Chega, já perdi tempo demais neste mundo, cansei das pessoas, cansei dessa vida. E por ultimo quero deixar um aviso: ‘cuidado!’, vocês poderão seguir o caminho desta louca que vos escreve, afinal, o suicídio começa por dentro. Adeus - Kah (Carrossel-Florido)

(via su-cessivamente)


26/05/2012 às 7:21pm · 431 notes · reblogue

Nunca acreditei nesse papo que o tempo cura tudo, até porque não cura nada mesmo, eu que o diga, mas acho que o tempo pode ter algum efeito sobre mim. Cheguei a pensar realmente que não sobreviveria em um mundo no qual você não existisse, não viveria em um mundo que você não fizesse parte de mim. Estava enganada. É claro que eu morro de saudades de você e vez ou outra me pego chorando por você, lembrando de você. É inevitável, você deixou uma marca grande e significativa em minha vida, uma marca que nunca se apagará, mas sua marca irá se tornar mais uma cicatriz em meu peito. E é claro que daria tudo para ter você aqui, pertinho de mim. Eu sei viver sem você, mas não quero. Pena que querer não é poder, devo me acostumar com essa ideia de não te ter mais em minha vida, mas é como se eu lutasse comigo mesma, digo, não eu, mas sim meu coração. Ele força-me a lembrar-te, ele não quer que eu te esqueça, ele não quer deixar tudo o que vivemos para trás. Estou em luta com meus próprios sentimentos, estou confusa comigo mesma. Meu coração insiste em achar que manda em mim, mas de qualquer forma ei de esquecer-te, assim como esquecerei desses sentimentos confusos, não darei mais ouvidos a meu coração. Estou tentando proteger este meu coração suicida que gosta de se torturar. Deixarei-o guardado a sete chaves, esconderei-o bem no fundo de meu peito e não vou fazer mais uso dele por um bom tempo. E assim que o fizer, irei te esquecer aos poucos, irei me acostumar com tua ausência. Irei viver a vida que perdi no tempo em que esteve fora. Não vou mais me trancar em meu quarto e me torturar com lembranças nostálgicas, não vou mais sequer pronunciar teu nome. Não vou mais te procurar, nem correr atrás, não irei me humilhar, acho que já me humilhei o bastante por ti. Não irei mais conversar com você, não atenderei suas ligações, não irei responder seus sms. Vou exclui-te de uma vez por todas de minha vida. Por mais que você me procure, nunca mais iremos voltar. Pouco me importa se te amo e você é tudo que mais quero, esse sentimento estúpido que tenho por ti não me ajuda em nada. Só não posso te prometer que te esquecerei totalmente. Inclusive promessas não são meu forte, pois no final nunca as cumpro. Só não posso prometer que não irei me apaixonar por mais ninguém, só não posso prometer que não irei mais sofrer por amor. Não posso prometer nada e nem tenho certeza de nada. Mas, de uma coisa eu posso afirmar-te com convicção e certeza: Eu sou forte, mais do que imaginava. Nunca passei por momentos tão turbulentos em minha vida, mas mesmo assim continuo de pé, erguida. E nada nem ninguém irá me abalar. Minha fé e minha esperança é que me mantem assim. Não me aparento fisicamente abalada. Por fora estou intacta, este é meu escudo. Só estou morrendo por dentro, mas ninguém precisa saber. Ninguém vai saber, até porque sei que esta fase negra de minha vida irá passar, tudo passa. Nada é para sempre. Me mantenho esperançosa sobre o tempo agora, tenho esperança dessa fase passar e do tempo pelo menos cicatrizar as marcas que a vida me deixou. — m-agnetica 

Nunca acreditei nesse papo que o tempo cura tudo, até porque não cura nada mesmo, eu que o diga, mas acho que o tempo pode ter algum efeito sobre mim. Cheguei a pensar realmente que não sobreviveria em um mundo no qual você não existisse, não viveria em um mundo que você não fizesse parte de mim. Estava enganada. É claro que eu morro de saudades de você e vez ou outra me pego chorando por você, lembrando de você. É inevitável, você deixou uma marca grande e significativa em minha vida, uma marca que nunca se apagará, mas sua marca irá se tornar mais uma cicatriz em meu peito. E é claro que daria tudo para ter você aqui, pertinho de mim. Eu sei viver sem você, mas não quero. Pena que querer não é poder, devo me acostumar com essa ideia de não te ter mais em minha vida, mas é como se eu lutasse comigo mesma, digo, não eu, mas sim meu coração. Ele força-me a lembrar-te, ele não quer que eu te esqueça, ele não quer deixar tudo o que vivemos para trás. Estou em luta com meus próprios sentimentos, estou confusa comigo mesma. Meu coração insiste em achar que manda em mim, mas de qualquer forma ei de esquecer-te, assim como esquecerei desses sentimentos confusos, não darei mais ouvidos a meu coração. Estou tentando proteger este meu coração suicida que gosta de se torturar. Deixarei-o guardado a sete chaves, esconderei-o bem no fundo de meu peito e não vou fazer mais uso dele por um bom tempo. E assim que o fizer, irei te esquecer aos poucos, irei me acostumar com tua ausência. Irei viver a vida que perdi no tempo em que esteve fora. Não vou mais me trancar em meu quarto e me torturar com lembranças nostálgicas, não vou mais sequer pronunciar teu nome. Não vou mais te procurar, nem correr atrás, não irei me humilhar, acho que já me humilhei o bastante por ti. Não irei mais conversar com você, não atenderei suas ligações, não irei responder seus sms. Vou exclui-te de uma vez por todas de minha vida. Por mais que você me procure, nunca mais iremos voltar. Pouco me importa se te amo e você é tudo que mais quero, esse sentimento estúpido que tenho por ti não me ajuda em nada. Só não posso te prometer que te esquecerei totalmente. Inclusive promessas não são meu forte, pois no final nunca as cumpro. Só não posso prometer que não irei me apaixonar por mais ninguém, só não posso prometer que não irei mais sofrer por amor. Não posso prometer nada e nem tenho certeza de nada. Mas, de uma coisa eu posso afirmar-te com convicção e certeza: Eu sou forte, mais do que imaginava. Nunca passei por momentos tão turbulentos em minha vida, mas mesmo assim continuo de pé, erguida. E nada nem ninguém irá me abalar. Minha fé e minha esperança é que me mantem assim. Não me aparento fisicamente abalada. Por fora estou intacta, este é meu escudo. Só estou morrendo por dentro, mas ninguém precisa saber. Ninguém vai saber, até porque sei que esta fase negra de minha vida irá passar, tudo passa. Nada é para sempre. Me mantenho esperançosa sobre o tempo agora, tenho esperança dessa fase passar e do tempo pelo menos cicatrizar as marcas que a vida me deixou.  m-agnetica 

(via su-cessivamente)


26/05/2012 às 7:16pm · 206 notes · reblogue

(via perigoso)


26/05/2012 às 6:58pm · 13,329 notes · reblogue


26/05/2012 às 6:54pm · 39,082 notes · reblogue

Ninguém nunca vai entender como eu me sinto.

(Source: cuidar-me, via perigoso)

26/05/2012 às 6:53pm · 12,077 notes · reblogue

Tem coisas que você não sabe explicar porque gosta, você só gosta.

— Francisco Matrone (via sexy-furiosa)

(Source: me-recompondo, via olhar-insano)


31/03/2012 às 5:04pm · 6,953 notes · reblogue

Eu prefiro olhar para trás e dizer: ”Eu não posso acreditar que fiz isso.” Do que dizer ”Eu gostaria de ter feito isso.

Clarice Lispector   (via amigadavodka)

(Source: INVERNOPERFEITO, via amigadavodka)


31/03/2012 às 5:02pm · 13,535 notes · reblogue


31/03/2012 às 4:59pm · 23,815 notes · reblogue